Selecionamos duas séries americanas para você assistir antes, após (ou durante) as aulas, Fringe e The Big Bang Theory. A primeira vai estimular sua criatividade, fazer você sair daquela linha de pensamente linear que estamos acostumados, “Open your mind!” como diz um dos personagens. A segunda, vai mostrar que pessoas como você, seus amigos da faculdade, todos nós, temos nossas vaidades, fraquezas, pontos fracos e erros.
Aviso importante!!! Se você está em época de provas ou entrega de trabalhos na Facul, não comece a ver essas nem nenhuma outra série. Combinado!? É isso aí, tenho certeza que você não vai assistir se for o caso.
Fringe

Do mesmo criador de Lost com co-autoria dos roteiristas de Tranformers, Fringe é uma série de ficção científica que pode ser definido como uma mistura de Lost com Arquivo X.
Uma agente do FBI investiga acontecimentos estranhos que são fruto de estudos feitos a partir de teorias estudadas há muitos anos pelo cientista Dr. Walter Bishop, considerado o Einsten da nova geração, e que acabaram caindo em mãos erradas e sendo utilizadas por uma suposta organização.
Agora a jovem agente do FBI vivida por Anna Torv, um renomado cientista que passou 17 anos em um hospício, John Noble e um rapaz com um QI de 190, 50 pontos acima de “gênio”, filho do Dr. Walter Bishop, vivido por Joshua Jackson, juntos vão tentar desvendar esses fenômenos estranhos.
Assista o trailer abaixo:
Trailer do Fringe no YouTube
Sites:
www.fox.com/fringe
www.filmeseseries.com/search/label/Fringe
The Big Bang Theory

Quatro nerds clássicos e uma vizinha maravilhosa, esse é o sitcom americano exibido pelo Warner Channel. A série conta a história de Leonard e Sheldon, dois gênios em física que conhecem fórmulas indecifráveis. Mas nada dessa inteligência os ajuda a interagir com as pessoas, principalmente as mulheres. Só que tudo muda quando chega uma nova vizinha.
Os trechos de opinião abaixo sobre a série são do grande Luli Radfahrer. Você não conhece o Luli!? OK, então são duas dicas, dois a zero para o descolando!.
“Seus personagens são quase banais e provavelmente aí se esconde o grande segredo de sua empatia. Eles não são viciados em nada mais perigoso que WoW ou Twitter, não voam, matam, desmorrem ou citam Shakespeare frente a uma cena de crime (bom, pelo menos não frente a uma cena de crime).
Eles são aqueles tipinhos levemente patéticos que representamos e com quem nos encontramos todos os dias - e, graças a isso, naturalmente simpáticos e adoráveis.” Luli Radfahrer
Leia mais sobre o que o Luli escreveu sobre a série em seu post Internet, Experts e The Big Bang Theory.
Sites
www.cbs.com/primetime/big_bang_theory/
www.filmeseseries.com/2009/05/big-bang-theory-1-temporada-rmvb-leg.html
Tags: fox, fringe, luli radfahrer, series americanas, The Big Bang Theory, warner
